
Ricardo Chaves
Lendo matéria veiculada pelo G1, observamos que o puxador de trio, Ricardo Chaves ainda goza de prestígio em sua terra-natal a Bahia. O artista arrastou uma multidão no circuito Dodô na noite desta segunda-feira 20. Seus shows, no RN em Apodi, Assu e Pirangi durante o carnaval transcorreram dentro da normalidade e tiveram grande público. Como então explicar o fiasco em Caicó e o pouco público que pagou para ver o artista, levando assim a problemas contratuais que cancelaram seu show? Talvez a resposta resida na própria palavra pagar. Normalmente quem gosta de carnaval, gosta de Ricardo Chaves, mas não pagaria 50 pratas, ou valor aproximado disso, para vê-lo. Chaves está no ostracismo midiático e ele não tem mais capacidade de lotar um clube onde pessoas tenham que pagar para assistir sua apresentação, mas continua sendo atrativo para shows em praça pública. Que o diga Apodi, Assu,Pirangi e Salvador. O erro dos promotores da festa, na qual o Iate apenas emprestou a estrutura física, foi talvez não ter se apercebido disso. Ou vocês têm dúvidas que se o show fosse 0800 na Ilha de Santana seria lotação garantida?
Obs: Com relação ao título da postagem, falamos Caicó Iate Clube enquanto estrutura física, já que segundo informações a festa não era de responsabilidade do balneário.A marca Iate Clube não sai arranhada desse episódio.O clube tem uma ficha kilométrica de bons serviços prestados a sociedade caicoense. Seu Palco já recebeu,, e ainda receberá grandes talentos da música brasileira e nordestina. Quando falamos em “O erro de Cálculo do Caicó Iate Clube”, é tão somente para que os leitores possam ligar a publicação ao fato ocorrido



